quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Um Colégio em Reforma

É muito bom morar em frente a um colégio. Principalmente, quando se trata de uma área arborizada.
O barulho das crianças é sadio.
O movimento de pais e peruas pegando as crianças não incomoda. É por muito pouco tempo.
Nas férias, o silêncio é tanto, que nos faz sentir falta do período escolar.
Agora, aguentar uma reforma, durante as férias, com caminhões fazendo aquele pi pi pi pi da marcha-ré, a tarde toda, durante dias, e a quebra de  toda a calçada num espaço de uma longa quadra, mais o barulho das inúmeras caçambas (talvez umas 10), sendo preenchidas com os pedaços do cimento quebrado, ninguém merece.
E agora que, como bons brasileiros, encontram-se atrasados pro início das aulas, o barulho continua de madrugada, com os caminhões adentrando os jardins e fazendo aquele barulho de brecadas no silêncio da noite.
Haja!

quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

PONTOS DE VISTA

Hoje, liguei pra casa do meu filho, pra saber se viriam almoçar, já que não tinham dado certeza.
Júlia atendeu e eu exclamei:
- FELIZ ANO NOVO!
E ela respondeu entusiasmada:
- FELIZ ANO NOVO, VÓ, e continuou eufórica, daqui a 20 dias é o dia do meu aniversário!
Concordei com ela e fiquei pensando, sem nenhum entusiasmo, que daqui a 23 dias é o meu aniversário. rsrsrsrsrs.
Tudo uma questão de ponto de vista...


Corridas de São Silvestre

Como eram esperadas as Corridas de São Silvestre da minha infância. 
Todo mundo se reunia em volta da TV, já lá pelas 23:00h do dia 31 de dezembro, pra assistir à corrida, que terminava à meia noite. Era emocionante! Cada ano ganhava um representante de um país.
Lembro-me de que havia um português que andou ganhando algumas vezes.
E eram só os homens que corriam. 
Quando acabava, estava na hora da gente se cumprimentar e desejar tudo aquilo de bom que se deseja no primeiro de ano. Todo mundo se abraçava como hoje.
Mas, o foco principal era a Corrida de São Silvestre.
Depois, não sei precisar quando, mudaram pras 5 horas da tarde. Já ficou menos emocionante, mas, ainda assim, a gente assistia um pouco. 
Não sei se foi aí que começaram a fazer a corrida das mulheres.
E, de repente, fico sabendo que a corrida seria às 8:30 da manhã?
Que interesses devem existir por trás disso?
Este ano nem assisti.
Quando estava tomando café da manhã, o rádio comentava sobre a corrida e sobre a vitória dos Quenianos, primeiro a mulher e depois o homem. Perdeu a graça a corrida, ou eu perdi a graça?
Ou ainda, já não se fazem corridas de São Silvestre como antigamente?!