quinta-feira, 24 de março de 2011

HOMENAGEM A UM GRANDE ATOR

Ontem, estivemos no Clube Paineiras do Morumbi, para uma homenagem feita ao meu primo "Nenê". 
O Luiz, mais conhecido como Prézia, faz parte do teatro amador do clube há 28 anos. Tem se dedicado, de corpo e alma, ao teatro, tendo atuado em inúmeras peças, além de, muitas vezes, trabalhar como cenógrafo, arquiteto que é. 
A homenagem foi mais do que justa. Afinal, nos períodos de ensaios, ele fica inteiramente entregue à atividade de representar, abdicando da sua vida pessoal. 
Além disso, recebeu vários prêmios como melhor ator e melhor ator coadjuvante.
Estendemos aqui o tapete vermelho a esse Ator, que poderia muito bem trabalhar entre grandes profissionais porque, como disse a Vera Nunes, ex-atriz, e primeira diretora de teatro do Clube Paineiras, ele é o mais profissional dos atores amadores.


Em merecidas férias

Em  "O Santo e a Porca" de Ariano Suassuna


Parabéns, Luiz, Prézia, Nenê, querido primo, pela homenagem merecidíssima.
Parabéns, também,  à sua família que jamais deixou de apoiá-lo nessa empreitada.
Estamos todos muito orgulhosos de você.


quarta-feira, 23 de março de 2011

AGORA JÁ FOI



A Valentina, filhinha da Adriana,  faz 3 aninhos hoje, 23 de março.
No café da manhã, os pais, acompanhados da madrinha e do primo, cantaram parabéns pra ela, com uma velinha espetada em um pão de mel.
No momento em que rolava o sopro, uma amiga da Adriana, Mara, ligou querendo dar os parabéns.
A mãe aguardou que ela soprasse a velinha e passou o telefone, dizendo:
- Vale, tia Mara quer dar os parabéns pra você.
E ela
- Ah, mãe, diz que já fiz!!!









sábado, 19 de março de 2011

AS CRIANÇAS E SEUS MEDOS


Fantasmas

Lembro-me de uma situação de medo da minha infância que perpetuou por vários anos.
Quando eu tinha uns 5 anos, fomos, meus pais e eu, ver um espetáculo circence.
Em certo momento apareceram uns palhaços vestidos de fantasmas. Isso foi muito pra mim. Passei a sonhar com aquilo. E, então, pra conseguir dormir, eu tinha que perguntar pra minha mãe:
- Eu não vou sonhar com coisa feia?
E a coitada, toda noite, tinha que me responder que não. Enquanto ela não me respondia eu não parava de perguntar. 
Isso durou uns  2 anos.
Só parei, quando viajei com meus tios pra Águas da Prata e fiquei com vergonha de perguntar.

Máscaras de carnaval

Quando o Fábio tinha 2 anos e meio, fomos passar uma semana em Itanhaém. No dia da chegada, estava um calor infernal. Pras crianças dormirem tivemos que abaná-los. Durante a noite mudou o tempo, começou a chover e aquela chuva durou a semana toda.
O Mauro tinha só 6 meses, mas o Fábio arranjou amiguinhos e se divertiu mesmo sem poder sair de dentro do hotel. Houve várias brincadeiras e ele participou bastante.
Como o Carnaval estava chegando, alguns meninos mais velhos colocaram umas máscaras. Aquilo assustou, tremendamente, o Fábio que veio chorando, desesperado, pra mim. E, ele que já havia deixado as fraldas, passou a fazer xixi na cama.

Ainda sobre máscaras



A Isa, minha amiga, lendo o blog, me mandou essa história, sobre a Isabella, filha dela, que hoje já é mãe de duas crianças:
A Isabella, quando pequena, tinha muito medo de máscaras, bruxas e afins. 
Quando tinha uns 3 pra 4 anos,  estavam no elevador do prédio da mãe da Isa, quando entrou uma senhora muuuuuuuuuuuito feia. 
A Isabella grudou na  perna da mãe e falou choramingando:
- Mãe ela é feia assim ou está de máscara?
Imaginem a cara da Isa. 


Estrelinha

A explicação que demos pra Júlia sobre a morte é que a pessoa virou estrelinha.
Ela estava comigo quando recebi a notícia da morte de uma grande amiga. Não pude evitar de chorar e ela quis saber porque a vovó estava chorando. Explicaram pra ela que minha amiga tinha virado estrelinha e eu estava triste. Ela era muito pequena.
Últimamente, temos observado que ela não quer se separar dos pais, pra dormir na minha casa, nem na casa da outra avó. Estivemos, ano passado, num hotel fazenda e ela tinha muita dificuldade pra dormir, à noite, por estar longe dos pais. Chegou a falar do medo que ela tinha de eles (pais) ou de nós (avós) virarmos estrelinha.
E, semana passada, ao se despedir da bisa que voltava pra Bahia, chorou muito e disse que não queria que ela se tornasse uma estrelinha.  

Filme de terror

O Mauro só se lembra que tinha medo de ver filmes de terror. Então, quando passava propaganda de um desses filmes, pra não ouvir nada, ele tapava o ouvido e cantava bem alto.
  
Carranca

A gente não avalia muito,  o que pode assustar uma criança.
Nós tínhamos na parede do quarto de TV uma carranca esculpida em madeira, que trouxéramos do nordeste.
Lá, havia um sofá cama, onde dormiam os visitantes.
Certa vez, e eu acho que ele nem se lembra disso, o Maurício, meu sobrinho, veio dormir em casa. Teria, nessa época, uns 10 anos, talvez. No dia seguinte, ele falou que tinha ficado com muito medo da carranca.

Perda

Quando criança, a Carol tinha medo de se separar dos pais.
Eles moravam numa casa relativamente grande, que possuía um porão, onde funcionava a firma do pai dela.
Muitas vezes, à noite, quando ela chamava os pais, eles não a escutavam e ela ficava desesperada, achando que eles tinham saído pra sempre.
Então, sempre que a mãe a levava pra cama ela perguntava:
- Você não vai sair?  
E como o jardim era grande, também, ela emendava:
- Você não vai lá fora?
E perguntava ainda:
- Você não vai no porão?
E, de tanto fazer as 3 perguntas, ela decidiu encurtar a história e passou a perguntar:
 - Você não vai três coisas?
Durante muitos anos ela fez essa pergunta, todas as noites, antes de dormir.
A Karin, mãe da Carol, até hoje brinca com ela, perguntando:
- Você não vai três coisas?...

cachorro

A Ulli passava sempre férias em Itaparica com as primas.
Um dia, uma delas, Mila, foi mordida por um cachorro.
Quem a socorreu foi a babá da Ulli, que pegou a bicicleta, colocou Mila na garupa e se mandou em busca de socorro.
A Ulli não teve dúvidas, pegou sua mini Monark e saiu atrás delas, vendo o sangue escorrer.
Desde então, as duas ficaram com muito medo de cachorro e cada vez que passavam por um, davam o braço, uma pra outra, apertavam o passo e falavam o versinho que  Vó Nini  ensinou:  São Roque, São Lázaro, São Roque, São Lázaro, São Roque, São Lázaro, até que o cachorro passasse.


JÚLIA E AS PRINCESAS

Júlia adora princesas. Filme de princesa,  roupa de princesa, história de princesa. 
Ela incorpora a personagem nas brincadeiras. Ela sempre é a princesa: Branca de Neve, Bela Adormecida, Bela, Rapunzel, etc.
Fui levá-la a um aniversário e ela foi vestida de Bela Adormecida. Quando chegamos aqui em casa, o Walter quis saber de que ela estava vestida e ela explicou. 
Ele ,então, brincou com ela, perguntando se princesa soltava "pum".
E ela, rindo daquela pergunta absurda, respondeu:
- Claro que não, vô. Princesa é muito educada.

domingo, 13 de março de 2011

DEBAIXO DOS CARACÓIS DOS MEUS CABELOS


Sempre tive farta cabeleira. Ainda hoje tenho bastante cabelo. Mas, já tive bem mais.
Cabelo liso e grosso. Portanto, rebelde.
Daí que minha mãe vivia fazendo permanente em mim. Permanente Tony. Ainda sinto o cheiro. Horrível. Amônia pura.
Às vezes ela mesma fazia. Às vezes, me levava ao salão. Isso desde pequena.
Eu, que já detestava ir ao salão pra cortar o cabelo. Aliás, detesto até hoje.
Não suporto sair do salão com aquela cara de cabelo cortado, que, geralmente fica feio, com raríssimas exceções.
Mas, ela me levava pra cortar, invariavelmente, curto e com franja. Uma franja que me deixava com cara de boba, tão curtinha.
E o cabelo rebelde, ao ser cortado, dava umas arrepiadas e eu via na sombra projetada no chão, aquele chumacinho no cocoruto.
Uma vez, não tive dúvida. Peguei a tesoura e cortei rente ao couro cabeludo. Virou uma vassourinha.
E eu achava lindos os cabelos das atrizes de cinema. Longos e ondulados, além de louros. Então eu colocava uma blusa de lã na cabeça fingindo que eram meus longos cabelos. E me achava linda.

Na adolescência, eu mesma já cuidava dos cabelos. Lavava com sabão de coco e enrolava com bobs, não sem antes passar cerveja como fixador. 
Vocês, jovens, devem estar achando uma loucura, mas não existia esse monte de xampus e condicionadores, fixadores, gel ou  mousse. Era cerveja mesmo. E os cabelos ficavam lindos e ondulados. E menos rebeldes. Finalizávamos o penteado com muito laquê.
O engraçado é que, ao contrário de hoje,  não se saia à rua de cabelos lavados, mas se saia de bobs, hoje considerado cafona.
Usei cabelos de todos os tipos, pajem, gatinho, solto, preso, curto, comprido, atrás da orelha, a la Catherine Deneuve, no filme Guarda-Chuvas do Amor, rabo de cavalo, chanel, enfim.

Continuei detestando cabeleireiros.
Na juventude, perdia as tardes de sábado no salão, aguardando a vez de arrumar o cabelo.
Depois de enrolar com bobs e ficar mais de uma hora embaixo do secador, a cabeleireira fazia aquele penteado que, pra durar uma semana,imaginem, tinha que ser todo desfiado, uma trabalheira.  
Hoje, acho a moda muito prática. Pode=se sair com os cabelos molhados, ou com uma escovinha básica. Não somos mais obrigadas a fazer aqueles penteados mirabolantes.

Basta usar:
- um bom xampu (para cabelos secos, oleosos, finos, grossos, sem sal, com sal, com amêndoas ou aloe vera);
- um bom condicionador (idem); 
- bons cremes; 
e fazer 
- hidratação, chapinha,  babyliss, escova progressiva, retoques quinzenais, etc. etc. etc.
Ficou bem mais simples, não?

Várias épocas, vários estilos, vários comprimentos


  

sábado, 12 de março de 2011

TSUMANI


O Tsumani causado pelo terremoto no Japão foi o mais devastador dos últimos 100 anos.
Fiquei impressionada com as imagens mostradas pela TV. Com a rapidez e força das águas (700 km por hora).
A memória da gente é muito curta e não me recordo dessa violência no Tsunami de 2004, embora relendo os fatos tenha constatado que morreram mais de 200.000 pessoas naquela ocasião. Talvez, não se tivessem tantas imagens, então.
Fico imaginando acordar no meio da noite, tendo que abandonar a minha casa, as minhas coisas, para fugir de uma catástrofe como essa.  
Que sensação horrorosa a de perder tudo que se batalhou pra conseguir através dos anos. Anos de trabalho, de  sacrifícios, de conquistas, de realizações, pra num minuto tudo ir, literalmente, por água abaixo.
Minha solidariedade ao povo do Japão nesse momento tão triste. Por mais que pense, não tenho o  que dizer. Não há palavras que possam minimizar esse acontecimento trágico.

quinta-feira, 10 de março de 2011

NÃO HÁ O QUE PAGUE

Tem coisa melhor do que a neta de 5 anos, depois de ter viajado nos feriados de carnaval, querer ver a avó, por estar com saudades, dar aquele abraço gostoso e, na despedida, dizer: Te amo. 
É. Isso não tem preço. 

terça-feira, 8 de março de 2011

8 de Março

Hoje é uma data muito forte pra mim. Nascimento da minha avó materna (1884).
Falecimento da minha mãe querida (1995) e Dia Internacional da Mulher.
Como vêem é uma data bastante complexa, vez que me traz alegrias e tristezas.
Mas, minha mãe só poderia morrer numa data grandiosa como essa. Ela era uma mulher muito forte, batalhadora, antenada, à frente do seu tempo e eu procuro me espelhar nela pra levar a minha vida.
Parabéns à minha mãe pelo seu dia!

domingo, 6 de março de 2011

A QUARESMA


Ainda me lembro bem que na Quaresma não se podia mais cantar músicas de carnaval.
Era uma época de recolhimento mesmo.
As rádios não tocavam senão músicas clássicas ou sacras ou músicas sérias. Carnaval, nem pensar. Eu me segurava pra não cantar músicas do carnaval que eu havia cantado os quatro dias seguidos. E, quando elas vinham à cabeça, eu rapidamente mudava o ritmo cantando alguma valsa, ou outra música lenta.
Jamais esquecerei de ouvir tocar na rádio “As águas vão rolar” em ritmo de tango. E olha que ficou muito bom. Experimentem cantar, marcando o ritmo: 
Um, dois, um dois...

"As águas vão rolar.
Garrafa cheia eu não quero ver sobrar
Eu passo a mão no  saca saca saca-rolha
E bebo até,
Me afogar
Deixa as águas rolar."

O que acharam? Não deu súper certo? (rs)
Pois é, hoje o carnaval da Bahia e de outras cidades do nordeste se estendem até o outro fim de semana. Ninguém mais dá bola pra Quaresma. Acho até que ninguém sabe o que a Quaresma* significa.
Sinais dos tempos, de que a Igreja não mais domina o pensamento das pessoas, da falta de respeito, da falta de informação, da liberdade (ainda que tardia)?
Talvez alguém responda satisfatoriamente a esse questionamento.
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*Quaresma: palavra que vem do latim "quadragésima", é o período de quarenta dias que antecedem a festa ápice do cristianismo: a ressurreição de Jesus Cristo, comemorada no Domingo de Páscoa.

Para quem se interessar aqui fica o site: http://pt.wikipedia.org/wiki/Quaresma, onde poderão ter mais informações a respeito.

sábado, 5 de março de 2011

CARNAVAL É MUITO BOM

Gosto do carnaval. Desde que me entendo por gente. Quando pequena, ia pular no Banco do Brasil, lá no centro de São Paulo. Último andar do prédio onde funcionava o banco e onde um amigo dos meus pais trabalhava. Ele tinha uma filha, mais ou menos da minha idade, e íamos as duas. Fantasiadas. O baile ia das 2 às 6 da tarde. Tenho grandes recordações. Devo ter ido uns 3 anos seguidos, no mínimo.
ói nóis na fita
Quando adolescente, eu ia nas matinês do Palmeiras, em Vila Pompéia. Íamos em turma. E nos divertíamos muito. Quando fiz 18, passei a ir à tarde e à noite. Depois de casada também íamos sempre. Primeiro, no Palmeiras, depois, no Paineiras. 
À tarde. levávamos os meninos nas matinês. Eles gostavam, talvez não tanto quanto eu.
Até que tive a oportunidade de ir para o Rio ver o desfile de Escola de Samba. Foi o ápice. Adorei. Tínhamos um esquema que era assim:
 Pegávamos o vôo São Paulo – Rio e, no aeroporto, já havia um ônibus nos aguardando para nos deixar em um hotel, onde ficávamos até a hora de ir pra Avenida, ou melhor, Sambódromo. Na hora marcada, lá estava novamente o ônibus que nos deixava no Sambódromo e lá, no camarote da Nestlé, tínhamos comes e bebes à vontade. Quando descobrimos que ficar nas mesas de pista era mais participativo, mudamos para lá. Com as mesmas mordomias do camarote. Custava a acreditar que estava ali, vendo de perto aquelas maravilhas.
AS CAMISETAS DO CAMAROTE E A NOSSA EMPOLGAÇÃO - 1995

Pela TV, convenhamos, é muito chato. Além dos comentários que temos que ficar ouvindo e daquela câmara que vai e volta sempre no mesmo lugar.
Na avenida, não. Cada carro alegórico que entra é uma emoção. Tudo é emoção, a bateria então, nem se fala. 
De manhãzinha, quando a última escola desfilava, pegávamos o ônibus novamente para o Aeroporto e vínhamos embora. Tomávamos um belo café e cama.
 Nessas ocasiões, minha mãe assumia a casa e as crianças. Foram umas 3 vezes. Na última, as "crianças" já estavam bem crescidas. 
Em São Paulo, fomos duas vezes, também num camarote. 
Vi minha escola, a Vai Vai, desfilar, impecável, e ganhar. Numa das vezes, como havia dois ingressos sobrando, o Walter convidou um dos clientes da Nestlé. Ele e a noiva, JOVENS, deixaram o carro deles na nossa garagem e pegamos um táxi. Eles só assistiram à primeira escola, que era, por sinal, bem fraquinha, Quando ia entrar a segunda escola, disseram que iam embora. E como o carro deles estava dentro da minha garagem, nós tivemos que ir também. Fui embora espumando. 
Em 2009, desfilamos na Pérola Negra. Foi a realização de um sonho. Adorei. 
realizando um sonho

concentração com Beth e Gibertoni

 Gosto de ver um pouco dos desfiles, não todos. E, gostaria de sugerir às emissoras de televisão que mudassem a forma de transmissão. Essa que está aí não tá com nada. Não mostra a maravilha que é um Desfile de Escolas de Samba. E viva o Carnaval!!!

terça-feira, 1 de março de 2011

ALAGAMENTOS - A HISTÓRIA SE REPETE

Eu me lembro de ter uns 11 anos, mais ou menos, e ver uma manchete nos jornais, que me chamou a atenção e me fez escrever para o jornalzinho da classe: "MORADORES DE VILA POMPÉIA OBRIGADOS A CONSTRUIR SUA ARCA DE NOÉ".
O texto referia-se ao Largo Pompéia, que costumava alagar com as fortes chuvas que caiam em janeiro, fevereiro.
Eis que o tempo passou, e como passou, os governantes mudaram, a cidade cresceu, o progresso veio e o problema permanece através dos tempos.
Culpa de quem? 
Dos governantes, do progresso em nome de que canalizam-se rios que não deveriam ser canalizados? Do cimento que impede a terra de sugar a água que cai, do homem que mexe com a natureza provocando mais e mais chuva?
Ouvi hoje uma entrevista, na CBN, com o sr. Amaury Pastorello, superintendente do departamento de Águas e Energia Elétrica, que informou sobre o trabalho que deve ser feito na limpeza do Rio Tietê, admitindo um certo acúmulo de areia na calha do rio. Vocês podem ouvir a entrevista que por ser muito técnica, deixo de transcrever aqui.