Tudo contribuiu
para que este Natal fosse inesquecível.
Marcamos de servir
a ceia (?) às 21:00h.
Às 19 estávamos de
biquini no centrinho fazendo compras.
A Júlia tinha
falado que queria um vestido "tomara que caia".
Lembrei-me do
vestido de suvaco da Alessandra. Até contei a história pra ela.
Encontramos numa
loja indiana, um vestidinho com a saia feita de vários tecidos finos, do tipo patchwork , tomara que caia.
A mãe gostou na hora e resolveu levar,
já que tinham dado a bicicleta pra ela antes de viajar.
Num dado momento ela viu os presentes
ali e, simultaneamente, alguém, Marcus ou Mauro
tocou um sino.
E nós fizemos aquele teatro:
- Nossa, o Papai Noel passou por aqui e
nós nem vimos.
E o coraçãozinho dela batia forte.
Estava emocionada.
Não abriu os pacotes enquanto não distribuiu
as lembranças que a mãe e a tia haviam comprado pros adultos.
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| distribuindo os presentes |
Estava feliz de participar daquela
distribuição.
Só depois disso quis ver seus
presentinhos.
O primeiro que abriu foi o vestido.
E ela ficou encantada:
- Que vestido mais lindo!!!!!
E estava admirada. Como tinha dado tempo dele trazer o vestido que
ela tinha acabado de dizer que gostaria de ter?
Curtiu cada presente. Desde a havaiana até o jogo de detetive dado
pelos padrinhos. Como é gostoso ver sua inocência.








