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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

NATAL EM BARRA GRANDE


Tudo contribuiu para que este Natal fosse inesquecível.
Marcamos de servir a ceia (?) às 21:00h.
Às 19 estávamos de biquini no centrinho fazendo compras.
A Júlia tinha falado que queria um vestido "tomara que caia".
Lembrei-me do vestido de suvaco da Alessandra. Até contei a história pra ela.
Encontramos numa loja indiana, um vestidinho com a saia feita de vários tecidos finos, do tipo patchwork , tomara que caia.
A mãe gostou na hora e resolveu levar, já que tinham dado a bicicleta pra ela antes de viajar.
Resolvemos colocar as lembrancinhas dela perto da árvore estilizada.
a árvore estilizada

Num dado momento ela viu os presentes ali e, simultaneamente, alguém, Marcus ou Mauro tocou um sino.
E nós fizemos aquele teatro:
- Nossa, o Papai Noel passou por aqui e nós nem vimos.
E o coraçãozinho dela batia forte. Estava emocionada.
Não abriu os pacotes enquanto não distribuiu as lembranças que a mãe e a tia haviam comprado pros adultos.
distribuindo os presentes

Estava feliz de participar daquela distribuição.
Só depois disso quis ver seus presentinhos.
O primeiro que abriu foi o vestido.
E ela ficou encantada:
- Que vestido mais lindo!!!!!
E estava admirada. Como tinha dado tempo dele trazer o vestido que ela tinha acabado de dizer que gostaria de ter?
Curtiu cada presente. Desde a havaiana até o jogo de detetive dado pelos padrinhos. Como é gostoso ver sua inocência.
Que Deus a abençoe, minha querida, e que proteja você sempre. E que em sua vida toda carregue essa alegria de viver.


a decoração da mesa na varanda

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

RETORNAR É PRECISO


Chega inexorável, a hora de retornar.
Não há choro, nem vela.
Simplesmente, chegou o dia marcado.
Pareceu tão pouco.
No entanto, foi mais que programado.
17 dias.
E a tristeza bateu forte, na hora do abraço de despedida.
Ainda me pego chorando.
Fazer o quê?
Fomos tão bem tratados, que queríamos aproveitar mais dessa mordomia.
Tanto carinho!
Sol, mar, lua, céu estrelado, (com destaque pro pôr do sol e nascer da lua), além, é claro, da gastronomia caseira, como o Bobó de Camarão e o Risoto de Arroz Preto com Camarão, da Carol ou o Filet com Molho de Roquefort do Papagaio, a Salada de Camarão da Dona Lourdes de Serinhaém, a Torta Suíça do Café Latino, a Tábua de Polvo e a Caipiroska de Pitanga do Ioiô e ainda o Arroz de Polvo da Donana. Todos com letra maiúscula.
E tanto calor humano, não só dos filhotes e das norinhas, mas dos sobrinhos, dos vizinhos e amigos deles. 
Esses dias, certamente, serão inesquecíveis.
Mais uma vez tenho que agradecer ao Mauro e à Carol.
Amo vocês.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Nascer da Lua em Barra Grande

Quando achamos que já vimos de tudo na vida, nos deparamos com um espetáculo surpreendente da natureza.
Época de lua cheia. Saímos de Serinhaém, 
Serinhaém
onde almoçamos divinamente, retornando à lancha que nos levou. 
Vejam quem está no comando


Paramos na metade do caminho pra Barra Grande, onde havia um banco de areia, formado devido à baixa da maré.
No banco de areia


Lá ,aguardamos por mais ou menos uma hora. Mas valeu a pena.
Ela nasceu como se fosse o sol se pondo. Bola de fogo. E, aos poucos,  iluminou nosso caminho de volta ao barco. 


A Lua já um pouco mais alta
Reinando, quase absoluta, no meio daquele céu forrado de estrelas, que só tínhamos visto aí em São Paulo, no planetário. 
São as vantagens de se estar num Paraíso como este.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

MUDANÇA DE HÁBITO

Pra quem está acostumado nessa loucura que é São Paulo, estar numa praia tranquila, sem horário, com um silêncio absoluto, muita paz, uma vista maravilhosa, cercada de verde por todos os lados e com o mar arrematando tudo, significa estar no Paraíso.
Só agradecendo a Deus essa oportunidade.
Não sei se conseguiria viver aqui, mas dar essa parada, reabastecer as energias, ficar sem sequer pensar em nada, sem querer plagiar o Mastercard, isso não tem preço.
Obrigada, Mauro e Carol,  por nos permitirem esse dolce far niente.