Deixo aqui meu protesto a quem, nesta eleição, quis, através das redes sociais, impor seu candidato, sem respeitar as convicções de cada um.
Assisti a cada debate e vi 85 a 90% dos programas políticos.
Vi todos os programas com entrevistas a cientistas políticos, muitos dos quais isentos de paixões, apenas analistas.
Vi “Painel” com o Willian Waack cercado de experts , ele mesmo um grande analista.
Vi “Entre Aspas”, com a Monica Waldvogel entrevistando representantes de cada candidato.
Procurei ver todas as entrevistas com os candidatos, todos os debates. Enfim, fiz a minha análise do que seria bom pro meu país, que eu adoro.
Procurei não influenciar pessoas. Respeitei opiniões. Troquei ideias com pessoas que considero ponderadas.
Não fiquei falando em quem eu iria votar por considerar esse procedimento uma invasão. Cada um é maior de idade e vacinado pra escolher seu candidato.
Procurei não influenciar pessoas. Respeitei opiniões. Troquei ideias com pessoas que considero ponderadas.
Não fiquei falando em quem eu iria votar por considerar esse procedimento uma invasão. Cada um é maior de idade e vacinado pra escolher seu candidato.
Fiquei aberta pra conversar com quem solicitou uma opinião, sem, em nenhum momento, impor minha preferência.
Escolhi meus candidatos com muito critério. Analisei cada um com muito discernimento.
Tive, inicialmente, intenção de votar na Marina. Na verdade, meu voto era contra a Dilma. Eu que já fui petista. Mas, o PT me decepcionou e sou bastante MULHER, pra admitir isso.
Tive, inicialmente, intenção de votar na Marina. Na verdade, meu voto era contra a Dilma. Eu que já fui petista. Mas, o PT me decepcionou e sou bastante MULHER, pra admitir isso.
Admitir um erro é um ato de humildade e sabedoria.
Quando senti que o Aecio subia e a Marina caia, optei por votar nele, e, creio, que esse foi o raciocínio de muitos.
Tudo isso pra dizer que não vou tolerar que me digam que errei. Também não vou dizer quem eu acho que errou. E estamos conversados.
Quando senti que o Aecio subia e a Marina caia, optei por votar nele, e, creio, que esse foi o raciocínio de muitos.
Tudo isso pra dizer que não vou tolerar que me digam que errei. Também não vou dizer quem eu acho que errou. E estamos conversados.