Faz bem rever pessoas, que fizeram parte da minha vida em algum momento.
Não consigo deixar pra lá.
Então, sou até insistente com alguns, que devem pensar diferentemente de mim, e eu deveria respeitar.
Bem, mas essa introdução é pra contar que há 3 anos consigo reunir algumas "colegas" do Colégio Sagrado Coração de Jesus, onde estudamos, há muitos e muitos anos... (não chega a ser no tempo em que os bichos falavam)
Neste ano, fomos almoçar em um restaurante na Pompéia: Adélia, Joana, Dulce e Eu.
Temos a vida bem semelhante: aposentadas, casadas, filhos casados, NETOS.
Depois de almoçarmos, conversarmos muito, trocarmos muita figurinha, resolvemos, já que estávamos muito perto, visitar o COLÉGIO.
Fomos muito bem recebidas e ciceroneadas por uma pessoa que lá trabalha.
Ela nos mostrou o colégio todo. ERA OUTRO COLÉGIO.
Ficamos surpresas com o que se construiu lá: piscina aquecida (enorme), quadras de todos os esportes, sala de ballet. Parece que foram abrindo caminhos para baixo e construindo coisas e mais coisas, inclusive um novo auditório.
Só me identifiquei e me emocionei com a Capela. Esta, tirando os bancos, agora estofados, bem como as joelheiras, continua igual. Quanta recordação ali: das missas festivas, do uniforme de gala, das primeiras sextas-feiras do mês, em que comungávamos pra completar 9 e, não sei mais pra quê...
Dos encerramentos dos anos letivos, das formaturas.
E nós sabíamos seguir a missa e cantar como ninguém.
Senti falta do velho pátio onde corríamos, jogávamos basquete, tínhamos aula de Educação Física (vestidas com uma calça até o joelho debaixo de uma saia abaixo dos joelhos), jogávamos queimada, pulávamos distância num quadrado de areia.
E o velho salão de festas, onde realizávamos festas de final de ano, palco das peças de teatro, do qual participávamos e onde o maestro Italo Izzo nos ensaiava.
O pátio, hoje todo construído, tem até um coreto.
No lugar do salão de festas, parece terem construído salas.
Onde fizemos o Jardim da Infância, abriram paredes. Ficou tudo irreconhecível.
Enfim, nos sentimos em outro lugar, não aquele das nossas lembranças.
Agora, só nos resta visitar a irmã Luizinha (85 anos), de quem todas nós nos lembramos, que deixou boas lembranças e que, segundo elas, deverá visitar o Colégio no fim do mês. Quem sabe...
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| Adélia perdida no Colégio |
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| O novo auditório |
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| vejam o tamanho das piscinas |



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