quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

O COLÉGIO, HOJE 'SAGRADÃO'

Gosto, como muitos sabem, de me reunir com 'velhas' amizades, de quando em quando.
Faz bem rever pessoas, que fizeram parte da minha vida em algum momento.
Não consigo deixar pra lá.
Então, sou até insistente com alguns, que devem pensar diferentemente de mim, e eu deveria respeitar.
Bem, mas essa introdução é pra contar que há 3 anos consigo reunir algumas "colegas" do Colégio Sagrado Coração de Jesus, onde estudamos, há muitos e muitos anos... (não chega a ser no tempo em que os bichos falavam)
Neste ano, fomos almoçar em um restaurante na Pompéia: Adélia, Joana, Dulce e Eu.
Temos a vida bem semelhante: aposentadas, casadas, filhos casados, NETOS.
Depois de almoçarmos, conversarmos muito, trocarmos muita figurinha, resolvemos, já que estávamos muito perto, visitar o COLÉGIO.
Fomos muito bem recebidas e ciceroneadas por uma pessoa que lá trabalha. 
Ela nos mostrou o colégio todo. ERA OUTRO COLÉGIO.
Ficamos surpresas com o que se construiu lá: piscina aquecida (enorme), quadras de todos os esportes, sala de ballet. Parece que foram abrindo caminhos para baixo e construindo coisas e mais coisas, inclusive um novo auditório.
Só me identifiquei e me emocionei com a Capela. Esta, tirando os bancos, agora estofados, bem como as joelheiras, continua igual. Quanta recordação ali: das missas festivas,  do uniforme de gala, das primeiras sextas-feiras do mês, em que comungávamos pra completar 9 e, não sei mais pra quê...
Dos encerramentos dos anos letivos, das formaturas. 
E nós sabíamos seguir a missa e cantar como ninguém. 
Senti falta do velho pátio onde corríamos, jogávamos basquete, tínhamos aula de Educação Física (vestidas com uma calça até o joelho debaixo de uma saia abaixo dos joelhos), jogávamos queimada, pulávamos distância num quadrado de areia.
E o velho salão de festas, onde realizávamos festas de final de ano, palco das peças de teatro, do qual participávamos e onde o maestro Italo Izzo nos ensaiava. 
O pátio, hoje todo construído, tem até um coreto. 
No lugar do salão de festas, parece terem construído salas.
Onde fizemos o Jardim da Infância, abriram paredes. Ficou tudo irreconhecível.
Enfim, nos sentimos em outro lugar, não aquele das nossas lembranças. 
Agora, só nos resta visitar  a irmã Luizinha (85 anos), de quem todas nós nos lembramos, que deixou  boas lembranças  e que, segundo elas, deverá visitar o Colégio no fim do mês. Quem sabe... 
Adélia perdida no Colégio

O novo auditório

vejam o tamanho das piscinas


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