Como a Carol é alemã, ensinou à Julia duas músicas, que ela aprendeu rapidinho e canta, desde os 3 anos, com pronúncia perfeita, segundo a Carol.
Confesso que ainda não consegui aprender. o que vem provar que criança não se intimida com outra língua, como nós.
Seguem as músicas:
Hoppe Hoppe Reiter,
Wenn er fällt dann schreit er
Fällt er in den Graben
fressen ihn die Raben
Fällt er in den Sumpf
dann macht der Reiter plumps!
se quiserem ouvir aí vai um site em que uma alemãzinha canta a melodia:
http://www.youtube.com/watch?v=RmQYNUC7_14
Bruder Jakob, Bruder Jakob! (o popular Frère Jacques)
Schläfst Du noch?
Schläfst Du noch?
Hörst Du nicht die Glocken?
Hörst Du nicht die Glocken?
Ding, Ding, Dong.
Ding, Ding, Dong.
Sugiro que entrem no site abaixo para ouvir e ver a partitura de Frère Jacques, voltando um pouquinho à infância. Por que não?!
http://pt.wikipedia.org/wiki/Fr%C3%A8re_Jacques
Confesso que há algum tempo vinha amadurecendo a idéia de ter um Blog, mas, ao mesmo tempo, muito me assustava o fato de ter essa responsabilidade, que, creio, nos obriga a mantê-lo ativo. Resolvi, apesar do medo, botar a cara pra bater e mandar ver. Queria contar um pouco de uma época da minha vida, muito gostosa, em que participei de um grupo musical, que me proporcionou grandes alegrias e a principal: fiz amizades maravilhosas e eternas.
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
O que é correto: presidenta ou presidente?
Do site:
http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/eleicoes-2010
Eleição de Dilma Rousseff suscita controvérsia sobre como chamá-la
Maicon Bock | maicon.bock@zerohora.com.br
Eleita para a Presidência da República, Dilma Rousseff suscita uma dúvida. A partir de 1° de janeiro, ela será chamada de presidente ou presidenta do Brasil? Embora as duas formas sejam aceitas pelos dicionários de língua portuguesa para definir a mulher que ocupa o cargo máximo de um país, há controvérsia entre gramáticos.
Durante a campanha, o PT usou a palavra presidenta como estratégia para reforçar Dilma como a primeira mulher na Presidência. O termo feminino foi uma forma de apresentar um diferencial à candidata, que no primeiro turno teve uma mulher como oponente, Marina Silva (PV).
Autor dos livros Português Prático e Guia Prático da Nova Ortografia, o professor Paulo Flávio Ledur avalia que seria importante ouvir a opinião de Dilma sobre a questão. Para ele, a forma presidenta é a mais adequada:
— A mulher está assumindo posições novas na sociedade. Embora se aceite a forma feminina em professora, doutora, juíza, e em outras não, eu defendo uma forma única. É claro que num primeiro momento, nós estranhamos porque é novo, mas é uma questão de hábito. A língua se faz pelo uso. Na medida em que o uso se consagra, a estranheza desaparece.
Na Argentina, houve discussão semelhante quando Cristina Kirchner se apresentou como candidata. Com a resistência ao uso da palavra presidenta pelos meios de comunicação, ela bradou em um discurso como queria ser chamada se eleita.
— Presidenta! Comecem a se acostumar. Presidentaaa... e não presidente! — disse, esticando a letra a.
Após a posse, Cristina rejeitou documentos da Casa Rosada que continham a palavra presidente ao invés de presidenta, exigindo correção e nova impressão. Atualmente, jornais como La Nación e Clarín usam a versão pedida pela presidenta. No Chile, a primeira mulher a chegar ao cargo máximo do país, Michelle Bachelet, era chamada de presidenta nos jornais El Mercurio e La Tercera, entre os mais importantes.
O professor Adalberto J. Kaspary, autor de Português Para Profissionais, defende o uso da forma comum aos dois gêneros: presidente. Para ele, respaldado pela Academia das Ciências de Lisboa, a palavra presidenta tem uma carga pejorativa. Kaspary, inclusive, aconselhou Ellen Gracie Northfleet, primeira mulher a presidir o Supremo Tribunal Federal, a adotar a forma "agenérica" presidente, isto é, adequada para os dois gêneros e mais formal.
Famoso pelos programas de TV sobre língua portuguesa, o professor Pasquale Cipro Neto explica que normalmente as palavras que terminam 'nte' não tem variação. O que identifica o gênero, destaca ele, é o artigo que o precede, como por exemplo, o gerente, a gerente, o pedinte, a pedinte. O sufixo é originário do latim, do particípio presente, e segue a mesma regra atualmente no português, italiano e espanhol.
— Algumas, pelo uso, acabam se impondo também na forma feminina, como presidenta, que está em todos os dicionários e que pode perfeitamente ser usada. Se Dilma fizer questão de ser presidenta, ninguém vai poder contrariá-la. Se ela quiser ser chamada assim, terá todo o direito.
Coordenador executivo da campanha de Dilma no Estado, Ary Vanazzi diz que o debate tende a ficar mais forte agora, a partir da eleição da petista:
— Em alguns discursos, ela usou a palavra presidenta, mas depois voltou a falar presidente. Mas a campanha é uma coisa diferente. Pode haver outra definição depois da eleição, já que existirá a função de presidenta.
Durante a campanha, o PT usou a palavra presidenta como estratégia para reforçar Dilma como a primeira mulher na Presidência. O termo feminino foi uma forma de apresentar um diferencial à candidata, que no primeiro turno teve uma mulher como oponente, Marina Silva (PV).
Autor dos livros Português Prático e Guia Prático da Nova Ortografia, o professor Paulo Flávio Ledur avalia que seria importante ouvir a opinião de Dilma sobre a questão. Para ele, a forma presidenta é a mais adequada:
— A mulher está assumindo posições novas na sociedade. Embora se aceite a forma feminina em professora, doutora, juíza, e em outras não, eu defendo uma forma única. É claro que num primeiro momento, nós estranhamos porque é novo, mas é uma questão de hábito. A língua se faz pelo uso. Na medida em que o uso se consagra, a estranheza desaparece.
Na Argentina, houve discussão semelhante quando Cristina Kirchner se apresentou como candidata. Com a resistência ao uso da palavra presidenta pelos meios de comunicação, ela bradou em um discurso como queria ser chamada se eleita.
— Presidenta! Comecem a se acostumar. Presidentaaa... e não presidente! — disse, esticando a letra a.
Após a posse, Cristina rejeitou documentos da Casa Rosada que continham a palavra presidente ao invés de presidenta, exigindo correção e nova impressão. Atualmente, jornais como La Nación e Clarín usam a versão pedida pela presidenta. No Chile, a primeira mulher a chegar ao cargo máximo do país, Michelle Bachelet, era chamada de presidenta nos jornais El Mercurio e La Tercera, entre os mais importantes.
O professor Adalberto J. Kaspary, autor de Português Para Profissionais, defende o uso da forma comum aos dois gêneros: presidente. Para ele, respaldado pela Academia das Ciências de Lisboa, a palavra presidenta tem uma carga pejorativa. Kaspary, inclusive, aconselhou Ellen Gracie Northfleet, primeira mulher a presidir o Supremo Tribunal Federal, a adotar a forma "agenérica" presidente, isto é, adequada para os dois gêneros e mais formal.
Famoso pelos programas de TV sobre língua portuguesa, o professor Pasquale Cipro Neto explica que normalmente as palavras que terminam 'nte' não tem variação. O que identifica o gênero, destaca ele, é o artigo que o precede, como por exemplo, o gerente, a gerente, o pedinte, a pedinte. O sufixo é originário do latim, do particípio presente, e segue a mesma regra atualmente no português, italiano e espanhol.
— Algumas, pelo uso, acabam se impondo também na forma feminina, como presidenta, que está em todos os dicionários e que pode perfeitamente ser usada. Se Dilma fizer questão de ser presidenta, ninguém vai poder contrariá-la. Se ela quiser ser chamada assim, terá todo o direito.
Coordenador executivo da campanha de Dilma no Estado, Ary Vanazzi diz que o debate tende a ficar mais forte agora, a partir da eleição da petista:
— Em alguns discursos, ela usou a palavra presidenta, mas depois voltou a falar presidente. Mas a campanha é uma coisa diferente. Pode haver outra definição depois da eleição, já que existirá a função de presidenta.
A Presidente
Depois de uma campanha eleitoral
medíocre, tivemos a eleição da primeira mulher, Presidente do Brasil.
Vitória de Dilma, ou vitória de Lula, eis a questão.
Essa eleição vem provar que o marketing político é forte e consegue
convencer de que o produto vale a pena.
Vem provar também que existe um mito chamado Lula. Com 80% de
aceitação.
Mas, o que nos preocupa é o que fará Dilma, quando em 1º de janeiro
assumir realmente a presidência da república.
De quem se cercará. A cada tomada de decisão ligará correndo para Lula,
para receber o aval?
Como se comportará a oposição, tão desunida, tão incompetente, tão
contraditória.
E os compromissos assumidos, ela conseguirá cumpri-los, todos?
A demagogia rolou à solta durante a campanha eleitoral. Dilma assinou
compromissos que não condizem com suas atitudes, nem seus pensamentos.
- Tudo pelo poder. Depois a gente vê como fica.
Só espero que 55% da população votante que acreditou nela e a ela
escolheu, não se decepcione.
Porque quem não votou nela estará de olhos abertos, livre pra criticar,
conferir e constatar o que está sendo feito na e pra Nossa Pátria.
Sinceramente, desejo que ela consiga fazer um bom governo. É o mínimo
que posso desejar pro país.
Quanto à nomenclatura espero que não seja adotado o termo "Presidenta". Particularmente, considero essa forma pejorativa, assim como "chefa".
Minha próxima postagem tratará exatamente desse questionamento: Presidente ou Presidenta
Assinar:
Postagens (Atom)