Atendendo a pedidos, aí vai o relato.
Desde que foi marcado, curti a ideia do reencontro.
Fui procurar fotos, relembrei fatos, fui buscar histórias que já tinha contado aqui no blog pra dividir com todos os integrantes.
Quanta história! Quanta amizade! Quanta solidariedade! Quantas alegrias! Quantas tristezas.
Amigo que é amigo, se alegra e sofre junto.
Chegou o tão esperado dia. Emoção.
Pena não estarem todos, seria demais. Mas, é assim mesmo.
As crianças foram se entrosando e logo brincavam no delicioso quintal da Beth.
Os homens, comportados, conversavam perto da churrasqueira.
E nós, falantes mortais, lembrávamos de casos e mais casos passados na companhia destes ou daqueles.
Lembramos das nossas tardes, após deixar as crianças na escola, que aproveitávamos pra fazer muita coisa: tivemos aulas de maquiagem, frequentamos bingos, bazares, fizemos encontros pra venda de vários produtos. Era comum, à época, juntar amigas e fazer um chá pra se vender algum tipo de produto. O mais divertido, talvez, tenha sido a venda de camisolas e lingeries,quando algumas desfilavam despudoradamente pela sala.
Tudo era motivo pra estarmos juntas. Foram almoços, jantares, festas italianas, festas juninas nas escolas, trabalhando muito, enfim.
Mas, voltando ao reencontro. Levamos mais coisas de comer do que nossos estômagos permitiram degustar. A Beth, conhecedora do exagero feminino, comprou embalagens descartáveis pra preparar marmitas para todos.
Os agregados, Ulli, Paulo, Ken e Pietter ficaram à vontade. Parecia que fizeram parte das reuniões daquela época.
Quem sabe, conseguiremos fazer outro encontro desses no fim do ano, pouco antes do Natal, quando alguns faltantes estarão por aqui, Mauro com a família aumentada, Claudia, que voltará com Ken e prole e, certamente, Fátima e família Di Sarno, que na ocasião estarão presentes.
É isso aí, queridos, até nosso reencontro de dezembro.
Confesso que há algum tempo vinha amadurecendo a idéia de ter um Blog, mas, ao mesmo tempo, muito me assustava o fato de ter essa responsabilidade, que, creio, nos obriga a mantê-lo ativo. Resolvi, apesar do medo, botar a cara pra bater e mandar ver. Queria contar um pouco de uma época da minha vida, muito gostosa, em que participei de um grupo musical, que me proporcionou grandes alegrias e a principal: fiz amizades maravilhosas e eternas.
domingo, 18 de agosto de 2013
terça-feira, 9 de julho de 2013
MUITA SAUDADE
Quando alguém querido se vai, nos lembramos de tanta coisa que estava arquivada.
Momentos que tivemos, acontecimentos sérios e divertidos, Parece que passa um filme.
Lembro de quando você, Mélia, estava pra nascer. Estávamos na casa da sua vó Yolanda, de quem éramos vizinhos, e meu pai chegou com uma boneca, que minha madrinha tinha trazido de Buenos Aires e disse:
- Olha o bebê da Maria!
Todos riram. Vejo a cena. Eu tinha quase 7 anos.
Sempre estivemos próximas. Mesmo com essa diferença de idade. Depois de adultas, a diferença deixou de existir.
Trocamos confidências, torcemos uma pela outra, estivemos juntas em momentos alegres e tristes.
Eu, como mais velha, chamava sua atenção, quando achava que devia. Você nunca me respondeu. Mesmo que não concordasse, ouvia e respeitava.
Foi minha madrinha de casamento. Curtiu meus filhos e netas.
Eles têm grandes lembranças de você, a Memé.
No casamento do Fábio serviu de intermediária entre aquele padreco e o noivo enraivecido...
Obrigada, querida pelo carinho, pela amizade, por tudo. Você vai deixar muita saudade.
Momentos que tivemos, acontecimentos sérios e divertidos, Parece que passa um filme.
Lembro de quando você, Mélia, estava pra nascer. Estávamos na casa da sua vó Yolanda, de quem éramos vizinhos, e meu pai chegou com uma boneca, que minha madrinha tinha trazido de Buenos Aires e disse:
- Olha o bebê da Maria!
Todos riram. Vejo a cena. Eu tinha quase 7 anos.
Sempre estivemos próximas. Mesmo com essa diferença de idade. Depois de adultas, a diferença deixou de existir.
Trocamos confidências, torcemos uma pela outra, estivemos juntas em momentos alegres e tristes.
Eu, como mais velha, chamava sua atenção, quando achava que devia. Você nunca me respondeu. Mesmo que não concordasse, ouvia e respeitava.
Foi minha madrinha de casamento. Curtiu meus filhos e netas.
Eles têm grandes lembranças de você, a Memé.
No casamento do Fábio serviu de intermediária entre aquele padreco e o noivo enraivecido...
Obrigada, querida pelo carinho, pela amizade, por tudo. Você vai deixar muita saudade.
sábado, 29 de junho de 2013
QUEM NÃO CHORA NÃO MAMA
Sábio provérbio.
Não tivesse a população saído às ruas e os governos (municipais, estaduais e federal) continuariam inertes. Claro, é muito mais cômodo.
"Se ninguém reclama, é porque está tudo bem, pra que mexer?"
"O povo deste país, abençoado por Deus, é muito pacato. Não faz panelaço, não sai às ruas pra reclamar da inflação, da corrupção, dos impostos, da Educação, da Saúde".
Mas, o povo cansou e, através dos jovens, veio às ruas, com vontade.
Os governantes, inicialmente, apelaram pra truculência policial. Mas, ao perceberem, que não se tratava de um pequeno grupo de gatos pingados e baderneiros e sim um povo descontente com tantos desmandos, tremeram nas bases e resolveram acreditar na força do movimento, ainda mais que ano que vem é ano eleitoral.
Entenderam que deviam atender às reivindicações, ainda que de forma precipitada e estapafúrdia.
O que se depreende disso é que, realmente, faltava vontade política.
Se agora estão tentando corrigir erros, diminuir gastos, transferir verbas, arranjar fontes, porque não fizeram isso antes? Subestimaram a população, que consideravam zero à esquerda.
Bem, agora devem ter percebido que, se ignorarem a vontade do povo, que está apenas exigindo seus direitos, eles próprios se prejudicarão.
Eu confesso que minha decepção já vem de um tempo. Meus ideais políticos todos já foram por terra. Não acredito em mais ninguém. Só mesmo vendo realizações.
Para me conquistar, os políticos terão que mudar as atitudes. Assim mesmo, estou com um pé atrás. E, creio que isso esteja acontecendo com a população de um modo geral.
Espero por mudanças, na Educação, na Saúde, na Segurança, na Aposentadoria, na Política;
na prisão, pra valer, dos corruptos;
na inelegibilidade dos políticos safados;
no controle do dinheiro público e das licitações, enfim.
Espero que meus netos possam viver num País do qual se orgulhem e onde tenham segurança pra viver.
Chega de ser apenas o país tropical, de mulheres bonitas, do Carnaval e do Futebol.
Senhores políticos, senhores governantes, cuidado! O povo acordou e está atento.
Não tivesse a população saído às ruas e os governos (municipais, estaduais e federal) continuariam inertes. Claro, é muito mais cômodo.
"Se ninguém reclama, é porque está tudo bem, pra que mexer?"
"O povo deste país, abençoado por Deus, é muito pacato. Não faz panelaço, não sai às ruas pra reclamar da inflação, da corrupção, dos impostos, da Educação, da Saúde".
Mas, o povo cansou e, através dos jovens, veio às ruas, com vontade.
Os governantes, inicialmente, apelaram pra truculência policial. Mas, ao perceberem, que não se tratava de um pequeno grupo de gatos pingados e baderneiros e sim um povo descontente com tantos desmandos, tremeram nas bases e resolveram acreditar na força do movimento, ainda mais que ano que vem é ano eleitoral.
Entenderam que deviam atender às reivindicações, ainda que de forma precipitada e estapafúrdia.
O que se depreende disso é que, realmente, faltava vontade política.
Se agora estão tentando corrigir erros, diminuir gastos, transferir verbas, arranjar fontes, porque não fizeram isso antes? Subestimaram a população, que consideravam zero à esquerda.
Bem, agora devem ter percebido que, se ignorarem a vontade do povo, que está apenas exigindo seus direitos, eles próprios se prejudicarão.
Eu confesso que minha decepção já vem de um tempo. Meus ideais políticos todos já foram por terra. Não acredito em mais ninguém. Só mesmo vendo realizações.
Para me conquistar, os políticos terão que mudar as atitudes. Assim mesmo, estou com um pé atrás. E, creio que isso esteja acontecendo com a população de um modo geral.
Espero por mudanças, na Educação, na Saúde, na Segurança, na Aposentadoria, na Política;
na prisão, pra valer, dos corruptos;
na inelegibilidade dos políticos safados;
no controle do dinheiro público e das licitações, enfim.
Espero que meus netos possam viver num País do qual se orgulhem e onde tenham segurança pra viver.
Chega de ser apenas o país tropical, de mulheres bonitas, do Carnaval e do Futebol.
Senhores políticos, senhores governantes, cuidado! O povo acordou e está atento.
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