Não lembro se na minha época de colégio havia festas juninas.
Do que me recordo é das quermesses, com prendas, barracas, música, mas não sei se isso acontecia em junho ou se tinha a ver com eventos de outubro, mês das missões. Vou procurar me informar.
O fato é que, desde que os meninos entraram na escola, sempre participamos de todas as festas juninas.
O Fábio sempre detestou vestir-se de caipira. Pro Mauro, tudo bem.
| Fábio |
O engraçado é que como os três aqui são de junho, comemoramos muito aniversário com festa caipira. Pipoca, pinhão, quentão, vinho quente, bolo de fubá, bandeirinhas. Acho que isso ficou tão marcado que fez com que eles não quisessem mais saber de comemorar assim.
Mas, nas escolas estávamos sempre presentes, levando prendas, fazendo sanduíches pra vender, trabalhando nas barracas, fazendo pipocas, enfim, sempre ativos. Mais até dos que os meninos.
Isso nos permitia integrar com os outros pais com quem fizemos grandes amizades.
Sinto falta dessa integração. Depois que os meninos casaram, não tivemos mais contato nem com os pais, nem com muitos amigos deles, com raras exceções. E, quando os encontramos é em casamentos, aniversário de neta ou velórios.
Agora, frequentamos as festas de escola de neta. Por enquanto, da mais velha. Neste ano ela se vestirá de índia. E teve que ensaiar umas 7 músicas, mais ou menos, que falam do folclore, do Bumba meu boi, músicas bem regionais que desconhecíamos, mas que ela está vibrando por aprender. Vamos aprender também. Essa reciclagem só faz bem.
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