segunda-feira, 2 de maio de 2016

Que tempo bom!

Sábado passado Irene, Janet, Jurema e eu tivemos um encontro muito gostoso num café para matarmos a saudade. Sonia Marney e Eloisa não puderam ir, uma pena.
Estudamos juntas no colegial do Mackenzie há “alguns” anos. Perdemos o contato, nos reencontramos e temos procurado manter esse vínculo.
Janet foi reencontrada agora.
Também temos contato com Bia, Nilza e Regina Lessa que moram fora de São Paulo.
 A Irene, Jurema, Carmem e Bia, estiveram no lançamento do meu livro em dezembro.
A Jurema me contou que esperava que, no meu livro, eu falasse sobre a nossa fase de adolescência.
Resolvi, então, contar aqui sobre o grupinho que formamos no segundo colegial, quando juntamente com a Irene, Janet e mais alguns, passamos do período da tarde para o da manhã.
Ao grupinho composto por Jurema, Ledice, Regina e Sônia Marney, demos a sigla de JULERESO  (pronuncie-se JULERRESSÔ)
Nossos namorados à época eram Nelson, Paulinho, Didi e André (NEPADIAN)
Parecia um nome francês. Só nós sabíamos o que significava.
Naquela época não havia impulsos telefônicos e costumávamos passar trote. Uma vez, passando um trote por telefone, a Sônia perguntou se o interlocutor já havia lido Julerressô Nepadian, um autor consagrado. E, imaginem, demos muita risada.
A Sônia, que nós chamávamos de Marney, era muito engraçada. Certa vez, ligou para um dos estudantes de engenharia que paquerávamos, como se fosse da secretaria do Mackenzie, dizendo que não haveria aula no próximo dia.
Depois nos arrependemos e ela ligou novamente. Disse que era a esposa do Beluzzo (que era o diretor do colegial do Mackenzie) e que houve um equívoco. Só que ela pronunciou eqüívoco.
Nós caímos na risada.
O cara perguntou quem estava rindo e ela respondeu:
São os Beluzzinhos...
Tempo muito bom aquele que deixou muita saudade. Tanta que fizemos questão de matar com esse encontro de sábado.
Se Deus quiser, haverá muitos outros.

Foto de Beatriz Rivadávia.

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