Cheguei à conclusão brilhante de que "Os Homens são mais bonitos do que as Mulheres.
Por que cheguei a essa conclusão?
Observando, apenas observando.
Os homens não têm truques. Assumem seus cabelos brancos (a maioria), seus sinais de expressão, dificilmente fazem plástica (alguns até fazem), não usam maquiagem, enfim, são o que são.
Nós, mulheres, entretanto, vivemos em função da aparência. Os cabelos, começamos a tingir desde os primeiros brancos que teimam em nascer.
Primeiro, usamos henna, depois a henna não funciona mais e partimos pra tintura sem amônia, que também deixa de funcionar através dos tempos e, finalmente, partimos pra tintura propriamente dita, e luzes, e luzes invertidas e escova progressiva, e permanente, tudo que a indústria da beleza nos oferece.
E aí vemos o efeito.
Vão me dizer que não há diferença do antes e do depois.
Há sim. E aí, mesmo reclamando de ter que retocar a tintura da raiz a cada 20 dias, vamos lá, escravas da beleza (ou da melhora da fachada) sistematicamente.
E o que é pior, os homens se acostumam com isso e querem nos ver ajeitadas, de cabelos em ordem, maquiagem feita e unhas pintadas.
Que louco, não?
Confesso que há algum tempo vinha amadurecendo a idéia de ter um Blog, mas, ao mesmo tempo, muito me assustava o fato de ter essa responsabilidade, que, creio, nos obriga a mantê-lo ativo. Resolvi, apesar do medo, botar a cara pra bater e mandar ver. Queria contar um pouco de uma época da minha vida, muito gostosa, em que participei de um grupo musical, que me proporcionou grandes alegrias e a principal: fiz amizades maravilhosas e eternas.
sexta-feira, 24 de maio de 2013
quinta-feira, 28 de março de 2013
A PÁSCOA DA MINHA INFÂNCIA
Estudei em colégio de freiras, então aprendi muito lá sobre religião. Até dei aula de catecismo pras crianças do Grupo Escolar Miss Brown, na Pompéia.
O feriado de Páscoa começava na quinta-feira e ia até a segunda seguinte à Páscoa, que era a Pascoela.
Na sexta-feira santa, seguíamos a procissão que saia da Igreja da Pompéia e ia encontrar com a que vinha da Igreja da Lapa. Era a procissão do encontro de Nossa Senhora com Jesus crucificado. Levávamos velas em castiçais de papelão e muitas vezes nos vestíamos de anjos, que representávamos num quadro vivo.
Durante a quaresma, os quarenta dias que separavam o domingo de Páscoa do Carnaval, não podíamos cantar músicas carnavalescas. As imagens da Igreja ficavam cobertas com um pano roxo.
Guardávamos as quarta e sextas-feiras, quando não comíamos carne. Na sexta-feira santa fazíamos jejum. Lembro-me que, além de não comermos carne, não tomávamos refrigerante e comíamos o necessário, sem nenhum excesso.
Eu costumava levar muito a sério tudo isso. E achava lindo.
Essas práticas mudaram com o Concílio Vaticano II, mas ainda persistem no interior, no nordeste e nas famílias, que continuam a respeitá-las.
Hoje em dia, os jovens mal sabem o que significa tudo isso. Pras crianças então significa comer chocolate e ganhar ovos de páscoa.
São as mudanças através dos tempos.
O feriado de Páscoa começava na quinta-feira e ia até a segunda seguinte à Páscoa, que era a Pascoela.
Na sexta-feira santa, seguíamos a procissão que saia da Igreja da Pompéia e ia encontrar com a que vinha da Igreja da Lapa. Era a procissão do encontro de Nossa Senhora com Jesus crucificado. Levávamos velas em castiçais de papelão e muitas vezes nos vestíamos de anjos, que representávamos num quadro vivo.
Durante a quaresma, os quarenta dias que separavam o domingo de Páscoa do Carnaval, não podíamos cantar músicas carnavalescas. As imagens da Igreja ficavam cobertas com um pano roxo.
Guardávamos as quarta e sextas-feiras, quando não comíamos carne. Na sexta-feira santa fazíamos jejum. Lembro-me que, além de não comermos carne, não tomávamos refrigerante e comíamos o necessário, sem nenhum excesso.
Eu costumava levar muito a sério tudo isso. E achava lindo.
Essas práticas mudaram com o Concílio Vaticano II, mas ainda persistem no interior, no nordeste e nas famílias, que continuam a respeitá-las.
Hoje em dia, os jovens mal sabem o que significa tudo isso. Pras crianças então significa comer chocolate e ganhar ovos de páscoa.
São as mudanças através dos tempos.
segunda-feira, 4 de março de 2013
SIMPLES ASSIM
Desde o ano passado, costumo pegar a neta na escola uma vez por semana. Este ano, entretanto, ainda não tinha tido a oportunidade de ir buscá-la. Ontem, falei pra ela que não sabia onde era a nova classe, já que ela foi pro segundo ano.
Ela, a princípio, tentou me explicar, mas como estivesse ficando complicado, ela disse:
- É muito fácil, vó. Você sobe a escada, vai na primeira sala, se eu não tô lá é porque não é aquela. Aí você vai na outra.
Ela, a princípio, tentou me explicar, mas como estivesse ficando complicado, ela disse:
- É muito fácil, vó. Você sobe a escada, vai na primeira sala, se eu não tô lá é porque não é aquela. Aí você vai na outra.
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